o valor investido, em valor de mídia QI, de janeiro a julho.
no fechamento da temporada, em dezembro.
acima do contratado, sem custo adicional.
acumulada, e mais 428 milhões de visualizações no YouTube.
Em 2026, a Philco e a Britânia trocaram a cota de patrocínio de transmissão por uma estratégia diferente: LED em todos os jogos do Brasileirão Série A. A Layup desenhou o plano, acompanhou a entrega jogo a jogo e mediu o resultado com o IBOPE Repucom.
Seis meses depois, os números mostram que a troca valeu.
Mais tempo na tela do que o contratado
O contrato previa 2 minutos de LED por jogo. Na transmissão ao vivo, a entrega cumpriu o combinado partida a partida: média de 2’01” em 79 jogos medidos pela Layup.
Somando replays, melhores momentos e telejornais, a marca ficou em média 2’32” na tela por jogo, segundo o IBOPE Repucom. São 31 segundos a mais por partida, 27% acima do contratado. Em São Paulo x Flamengo, na Globo em rede nacional, foram 3’11”.
Em todas as telas
De janeiro a julho foram 195 partidas com LED, 739 transmissões (338 ao vivo e 401 em VT), 4.824 aparições da marca e 8 horas e 14 minutos de Philco em tela.
Três quartos do valor vieram das transmissões dos jogos. Streaming respondeu por 13% e telejornais e programas esportivos, por 11%. Na TV, a audiência acumulada chegou a 171 milhões: Globo com 90,7 milhões, Record com 37 milhões, Premiere com 31,4 milhões e Sportv com 11,9 milhões.
E esse número é um piso: Prime Video, CazéTV e ge tv geram valor de mídia, mas não entram na audiência medida pelo relatório.
São Paulo x Flamengo: 13,1 milhões de pessoas vendo a marca num único jogo.
Milhões de pessoas por jogo, também no YouTube
No monitoramento da Layup, as transmissões na CazéTV e no ge tv somaram 428 milhões de visualizações em 51 jogos, média de 8,4 milhões por partida. Botafogo x Palmeiras, na CazéTV, passou de 23,6 milhões sozinho.
Quem está no estádio também vê
Além da tela, 6,4 milhões de torcedores estiveram nos jogos com LED Philco até a rodada 28, média de 24,4 mil pessoas por partida. O maior público foi Flamengo x Palmeiras, no Maracanã: 71.205 pessoas. No segundo turno, o público por jogo cresceu 13%.
O público certo para a marca
O futebol na TV fala direto com quem compra eletro: 86% do público está nas classes C e AB, o consumidor de ar-condicionado, TVs e eletroportáteis. E o jogo se assiste em casa, em família, na TV da sala: o mesmo ambiente onde os produtos Philco e Britânia são usados.
O valor cresceu ao longo do ano
O valor de mídia por transmissão ao vivo subiu 37% entre março e julho. Depois da pausa para a Copa do Mundo, em junho, o Brasileirão voltou com o valor por jogo mais alto do ano. E a reta final, de outubro a dezembro, concentra as maiores audiências da temporada.
Por isso a projeção de fechamento é de 12 a 13 vezes o valor investido, com cerca de 8.900 aparições, 15 horas de marca em tela e 317 a 355 milhões de impactos acumulados na TV.
Como medimos
Usamos o valor de mídia QI: quanto custaria comprar a mesma exposição como publicidade, ajustado pelo tamanho, nitidez e tempo da marca na tela. É o critério mais conservador do mercado. Pelo valor de mídia cheio, sem ajuste de qualidade, o retorno seria bem maior.
Fontes: relatório IBOPE Repucom de 28 de janeiro a 31 de julho de 2026; monitoramento Layup das rodadas 1 a 28; Kantar IBOPE Media (perfil de público). Projeção: média de valor QI por partida de janeiro a julho aplicada aos 361 jogos da temporada.
